Rússia implanta sistema de bloqueio da Starlink para neutralizar drones ucranianos.

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A Starlink virou infraestrutura de guerra. A Ucrânia desenvolveu drones de baixo custo capazes de atingir alvos entre 25 e 200km além da linha de frente. E a maioria dessas missões opera conectada à rede de satélites da SpaceX. O resultado prático: redes de suprimentos russas comprometidas, depósito de combustível destruídos e centros de comando fora do ar.

No início de 2026, a SpaceX cortou o acesso não autorizado de forças russas à própria Starlink. Isso mudou o campo de batalha. Um operador ucraniano identificado como ‘Pharaoh’ relatou que a taxa de sucesso das missões de médio alcance saltou para 8 em cada 10 — o inverso do que era antes.

Pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Política Externa classificaram esse bloqueio como um dos desenvolvimentos militares mais significativos do ano. A resposta russa chegou com nome e sobrenome: o sistema Volna Kupol Garant. O equipamento emite um sinal capaz de comprometer a conexão Starlink em um raio de cerca de 20 quilômetros quadrados.

O Ministério da Defesa ucraniano já identificou 10 desses dispositivos instalados, alguns próximos a cidades e instalações militares. É relevante porque, até agora, a tecnologia da SpaceX era considerada praticamente invulnerável a esse tipo de interferência.

A Rússia também está camuflando comboios e cargas para dificultar que os drones identifiquem alvos. A Crimeia já sente o impacto, com escassez de combustível e rotas terrestres comprometidas. O que era vantagem tática ucraniana virou objeto de corrida tecnológica em tempo real.

E a questão que fica é: quanto tempo leva até a Ucrânia adaptar os drones para operar mesmo sob interferência? E quanto a Rússia está disposta a gastar para tentar acompanhar esse ritmo ? Fica a dúvida.

Fonte : Nagib Carrilho / Star FM 105.9.

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Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.

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