Caetité : Celebração da cultura popular e identidade regional com o 38º Festival de Reis e 8º Encontro de Violeiros.

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No último domingo (11/01), aconteceu a 38ª Edição do Festival de Ternos de Reis e o 8º Encontro de Violeiros. Este evento celebra uma das mais tradicionais manifestações da cultura popular nordestina. A programação reuniu grupos de reisado, músicos e violeiros, fortalecendo a preservação da cultura popular, da religiosidade e da música de raíz.

O evento se iniciou com a passeata dos reiseiros que saiu da Praça da Catedral, seguiu pela Avenida Santana, virou a Praça Jairo Pontes (Parque das Árvores), desceu a Rua Barão e retornou a praça para a Catedral de Senhora Sant’Ana, onde aconteceu a bênção dos ternos de reis. E logo depois seguiu para o anfiteatro da Praça da Catedral (Redondo), onde se apresentaram cerca de 25 ternos de reis, dentre eles : o Terno de Reis das Ciganas aqui de Caetité que completaram 15 anos de fundação, além dos Ciganos do Oriente e São Sebastião (da cidade de Caculé), Lagoa da Cobra, Lagoa do Mato, Anguá, Serra, Aguinha, São José (da cidade de Igaporã), Lagoa do Sebastião (da comunidade Tanque do Governo – Caetité), SR. Alziro (do distrito de Morrinhos – Guanambi), Olaria (Santa Luzia), Monsenhor Bastos (da cidade de Lagoa Real), Taperinha, Cercado, Curral de Varas, Barreiro dos Martins (Trevo de Morrinhos – Guanambi).

Cada terno de reis recebeu seu troféu de participação.

Ainda aconteceu o lançamento do livro ‘Coletânea : Reisado Em Cordel – Histórias do Povo’, escrito pelo professor Aloísio José dos Santos.

E logo depois aconteceu a apresentação da dupla de violeiros Ron Novais e Gabriel.

O festival integra o calendário cultural do município e atrai participantes de diversas regiões. A iniciativa conta com apoio da Prefeitura de Caetité e de entidades culturais locais, com o objetivo de valorizar os mestres da cultura popular, incentivar novas gerações e manter vivas as tradições ligadas ao ciclo dos Santos Reis.

O Festival de Reisado é considerado um dos mais importantes do interior da Bahia e, ao longo das edições, tem se consolidado como espaço de encontro, troca cultural e fortalecimento da identidade regional.

Fonte : acervo próprio.

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Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.

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