Brasil tem melhor renda e menor pobreza e desigualdade dos últimos 30 anos.
É o que revela uma nota técnica divulgada pelo Ipea.
De acordo com o documento, em 2024 o Brasil registrou a renda per capita em alta e os menores índices de desigualdade e extrema pobreza da série histórica, que começou em 1995.
Os dados mostram que, ao longo de 3 décadas, a renda domiciliar por pessoa cresceu cerca de 70%; o índice que mede concentração de renda, o chamado coeficiente Gini, caiu quase 18%; e a taxa de extrema pobreza recuou da casa dos 25% para 4,8% da população.
Extrema pobreza é o termo usado para definir a situação de pessoas que vivem com uma renda muito baixa.
De acordo com o estudo, esse grupo é formado por pessoas que ganharam até R$ 267 por mês em 2024.
Em nota, o Ipea avalia que os avanços mais recentes se devem principalmente à combinação entre a melhora do mercado de trabalho e a expansão das transferências de renda, como Bolsa Família, BPC, Auxílio Brasil e Auxílio Emergencial.
Vale registrar, no entanto, que, mesmo com o resultado histórico, o país ainda registrava, no ano passado, 4,8% da população em extrema pobreza e 26,8% em situação de pobreza.
Fonte : Agência Rádio 2 de Notícias.



